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Processo Nº Decisão Nº Tipo: Tipo da Multa: Multa: Tipo da Glosa :
4/2010 RESOLUÇÃO DE CONSULTA NÃO
Glosa: Julgamento: Publicação: Divulgação: Notificação 01: Notificação 02:
  09/02/2010  11/02/2010       
Status da Conclusão:
CONHECER, RESPONDER
Ementa
Ementa: COMPANHIA MATO-GROSSENSE DE GÁS - MT GÁS. CONSULTA. PESSOAL. DIREITO SOCIAL. FGTS. DIRETORES DE SOCIEDADE DE ECONOMIA MISTA, SERVIDOR OU EXTERNO AO QUADRO DO ÓRGÃO. COMPROVADO VÍNCUL0 DE SUBORDINAÇÃO. DEVER DE RECOLHIMENTO. RESPONDER AO CONSULENTE QUE: 1) É OBRIGATÓRIO O DEPÓSITO DE FGTS PARA OS DIRETORES ESTATUTÁRIOS EMPREGADOS, ENTENDENDO-SE COMO TAL AQUELE QUE EXERCE CARGO ADMINISTRATIVO PREVISTO EM LEI, ESTATUTO OU CONTRATO SOCIAL, DESDE A DATA DO EFETIVO EXERCÍCIO NESSA ATRIBUIÇÃO, SOB PENA DE RECOLHIMENTO RETROATIVO DESSA PARCELA, ACRESCIDA DE TR E JUROS DE MORA, COM BASE NO DISPOSTO NO ART. 7º, INCISO III DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL CUMULADO COM ARTS. 15, 16 E 22 DA LEI Nº 8.036/1990; E, 2) AOS DIRETORES NÃO EMPREGADOS FICA FACULTADA À SOCIEDADE  DE ECONOMIA MISTA, A OPÇÃO DE PAGAMENTO DO FGTS, RESPEITADO O PRINCÍPIO DA ISONOMIA, NA FORMA DA LEI 6919/ 81.
Decisão
Processo nº        7.659-7/2009
Interessada        COMPANHIA MATO-GROSSENSE DE GÁS - MT GÁS 
Assunto        Consulta
Relator         Conselheiro ALENCAR SOARES

RESOLUÇÃO DE CONSULTA Nº  4/2010

O TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE MATO GROSSO, nos termos dos artigos 1º, inciso XVII, 48 e 49, todos da Lei Complementar nº 269/2009 (Lei Orgânica do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso) e do artigo 81, inciso IV, da Resolução nº 14/2007 (Regimento Interno do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso), resolve, por unanimidade,   acompanhando o voto do Conselheiro Relator e acolhendo, em parte, o Parecer nº 4.075/2009 do Ministério Público de Contas, em responder ao consulente que: 1) É obrigatório o depósito de FGTS para os diretores estatutários empregados, entendendo-se como tal aquele que exerce cargo administrativo previsto em lei, estatuto ou contrato social, desde a data do efetivo exercício nessa atribuição, sob pena de recolhimento retroativo dessa parcela, acrescida de TR e juros de mora, com base no disposto no art. 7º, inciso III da Constituição Federal cumulado com arts. 15, 16 e 22 da Lei nº 8.036/1990; e, 2) Aos diretores não empregados fica facultada à Sociedade de Economia Mista, a opção de pagamento do FGTS, respeitado o princípio da isonomia, na forma da Lei 6.919/81.  Encaminhe-se ao consulente cópia do Relatório e Voto do Conselheiro Relator e desta decisão, bem como a íntegra do Parecer Técnico nº 059/2009 da Consultoria de Estudos Normas e Avaliação. Após as ções de praxe, arquivem-se os autos, conforme Instrução Normativa nº 001/2000 deste Tribunal de Contas.   
 
Participaram do julgamento os Senhores Conselheiros HUMBERTO BOSAIPO, WALDIR JÚLIO TEIS e CAMPOS NETO.
 
Participaram, ainda, do julgamento o Auditor Substituto de Conselheiro LUIZ HENRIQUE LIMA, em substituição ao Conselheiro ANTONIO JOAQUIM, o Auditor Substituto de Conselheiro ISAIAS LOPES DA CUNHA, em substituição do Conselheiro JOSÉ CARLOS NOVELLI,  conforme artigo 104, § 1º da Resolução 14/2007. 
       
Presente, representando o Ministério Público, o Procurador-Chefe  GUSTAVO COELHO DESCHAMPS.

Publique-se.
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